Avaliação Geral do E-commerce Brasileiro em 2017

Não há dúvidas de que o e-commerce continua em alta no gosto dos brasileiros. Mesmo em cenário de crise, o mercado cresce e se desenvolve.  Graças à percepção do consumidor de que comprar online é mais barato, mais cômodo e tem mais variedade de produtos.

O maior desafio para as lojas virtuais brasileiras continua sendo na parte operacional. Logística, tributos e fraudes estão incluídas aí. O surgimento de novas ferramentas e inovações na área de análise de riscos e prevenção a fraudes.  Vem barateando o custo de processamento dos pedidos e deixando os lojistas um pouco mais seguros.

Do lado da logística, startups pipocam por todos os lados. Com soluções inteligentes para aumentar a performance e reduzir custos, principalmente na “última milha”. Cuja eficiência e preço são inversamente proporcionais.

O fenômeno da robotização na logística já é uma realidade mundial. E mais cedo ou mais tarde vai chegar no Brasil, revolucionando custos e qualidade de serviços nesse setor. Ainda do ponto de vista logístico, se por um lado a perda do e-Sedex deixou um buraco na oferta de serviços. Por outro, gigantes globais estão entrando com força no e-commerce brasileiro. Geopost, Intelipost, Fedex e Amazon são alguns exemplos.

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Formato de entrega

O formato de entrega em lockers ou em pontos de coleta (parcel shops) tem tudo para ganhar rápida adesão do e-shopper nacional, uma vez que reduz o preço do frete e o prazo de entrega. Quem não quer pagar mais barato para receber mais rápido?

O que não dá nenhum sinal de luz no fim do túnel, é a queda no peso da carga tributária brasileira. Não bastasse ser alta e sufocante.  Ficou mais burocrática após as mudanças nas regras do ICMS. A ABComm entrou com Ação Direta de Inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal, contra essas mudanças. Vamos aguardar o julgamento.

O lado bom no e-commerce é que os marketplaces e as compras através de smartphones vão turbinar ainda mais o crescimento nos próximos anos. O presente relatório mostra o grande potencial desse mercado e traz informação relevante e precisa para quem navega por esses lados.

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Por: Maurício Salvador, presidente da ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico)

 

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