E-commerce: tudo que você sempre quis perguntar sobre o assunto!

Quando a maioria das pessoas ouve a palavra e-commerce, pensa em varejo online. Ou seja, espaços de venda onde transações são consumadas. Mas, de fato, e-commerce é um conceito muito mais amplo que isso. E que está se expandindo em muitas direções.

Considere que a maioria das empresas hoje utilizam tecnologias de comércio eletrônico em alguma parte de sua cadeia de valor. Portanto, e-commerce deve ser definido de forma ampla para incluir muitas atividades. Relacionadas à compra e venda de bens e serviços em sistemas eletrônicos.

No artigo de hoje você vai aprender como surgiu o e-commerce e qual a sua história no Brasil. Qual a diferença entre comércio eletrônico e marketplace e quais são os tipos de e-commerce que existem. E ainda conhecerá as principais estratégias que fazem essa indústria prosperar. Entenderá o que é e como escolher uma plataforma de e-commerce e conhecerá as principais métricas a se acompanhar se você tem uma loja online.

Quer acabar com todas as suas dúvidas sobre comércio eletrônico? Então continue a leitura!

e-commerce1. Como surgiu o e-commerce e qual a sua história no Brasil?

O advento do e-commerce se dá em 1979, quando Michael Aldrich usa uma linha telefônica e um televisor para criar o primeiro sistema de comprar B2C e B2B de que se tem notícia. No Brasil, o Magazine Luiza é o responsável por produzir o primeiro e-commerce para a população brasileira.

Ainda em 1992, com lojas eletrônicas que funcionavam em terminais. Elas não funcionavam com conexão com a internet, que só foi liberada para fins comerciais no Brasil em 1995 pelo Ministério das Comunicações.

Dentro da internet, a primeira loja virtual que existiu foi a Brasoftware, fundada em 1996, por Ricardo Jordão Magalhães. E em pouco tempo muitos varejistas pequenos, grandes e médios migraram para a internet. Num processo chamado de Êxodo Digital. Hoje, o país contabiliza milhares de lojas online nos mais diversos segmentos com um crescimento ininterrupto e espantoso.

O Brasil tem 90 milhões de usuários online, dentre os quais pelo menos 23 milhões fazem compras na internet. Isso significa um mercado que fatura 41 bilhões de reais ao ano e tem um tíquete médio de R$388. Setores como moda, cosméticos, eletrodomésticos, livros e revistas são alguns dos mais movimentados no e-commerce nacional.

2. Qual a diferença entre e-commerce e marketplace?

Nas vendas online, nem todos os modelos de negócios são idênticos. Dois dos mais populares na internet hoje são o e-commerce e o marketplace. Você tem, por exemplo, sites como a Americanas, que compram produtos de empresas.

E em seguida os vendem diretamente aos usuários por meio de seu site e outros. Como o Mercado Livre, que não compram nem vendem nada, simplesmente fornecendo um caminho para que seus próprios usuários o façam.

Embora hoje seja verdade que as Americanas possuem um componente de marketplace, permitindo que terceiros vendam em seu site, por uma questão de definição vamos nos ater apenas a seu caráter como mercado eletrônico.

Em outras palavras, enquanto um marketplace pode ser um e-commerce, nem todo e-commerce é um marketplace. Embora isso possa parecer confuso inicialmente, há uma série de diferenças claras em ambos os modelos que nos ajudarão a esclarecer as coisas.

2.1. Marketplace ou e-commerce?

Uma das diferenças mais significativas entre ambos tem a ver com o investimento inicial maior que o e-commerce exige. Para ter sucesso ali, você precisa oferecer um valor significativo aos clientes.

O que geralmente significa um inventário inicial maior, um investimento de capital mais vultoso, etc. Em um marketplace isso não é absolutamente necessário, pois cada vendedor é responsável por seu próprio estoque e você apenas cria o canal que eles usam para levá-lo às mãos do seu público-alvo.

2.2. Diferenças de funcionamento

Do ponto de vista do funcionamento, os dois websites têm processos muito similares em termos de execução. Você ainda precisa gastar dinheiro criando um site, projetando uma experiência do usuário e realizando testes.

Outra grande diferença entre o modelo e-commerce e o modelo marketplace tem a ver com o volume. Quando você cria um marketplace está ganhando sua receita, principalmente, graças às comissões geradas por cada venda.

Embora isso traga algumas vantagens, também exige um amplo mercado para produzir um grande volume de vendas e conduzi-lo ao sucesso. Em um e-commerce, por sua vez, você recebe dinheiro a cada venda.

2.2. Diferenças de escalabilidade

Para profissionais de negócios com grandes objetivos de longo prazo, a importância de entender as diferenças de escalabilidade dos dois modelos são gritantes. Quando você pensa em investir num e-commerce é obrigado a adicionar constantemente novos itens ao seu estoque e a comprar um número maior de produtos, que pode ou não ser vendido.

Em um marketplace você não precisa adquirir nada e tem menos riscos financeiros com relação ao resultado. Por isso marketplaces se expandem numa velocidade muito maior que a dos e-commerces.

2.3. Relação com o consumidor

No fim das contas, a grande diferença entre ambas opções se resume ao relacionamento que cada uma tem com o consumidor. Em um e-commerce, uma marca precisa estar em contato direto com a sua audiência. Em um marketplace, ela é apenas um negociador.

e-commerce-assunto3. O que é o e-commerce 2.0? O que mudou?

Social shopping, ou E-commerce 2.0 depende de um método de comércio eletrônico em que as pessoas fazem compras em um ambiente de rede social. Esses sites refletem os gostos pessoais dos usuários e permitem a conversa online.

Oferecendo espaços onde os visitantes podem aprender o que é popular entre os seus amigos, obter ideias de compras e ver links para produtos que não encontrariam, necessariamente, por conta própria.

Usando a sabedoria do coletivo, os usuários se comunicam e agregam informações sobre produtos, preços e negócios. Muitos e-commerces 2.0 permite aos usuários criar listas de compras personalizadas, por exemplo, e compartilhá-las com os seus amigos.

Outros se concentram nas interações e recomendações dos usuários com base em relações sociais. Essa febre está transformando a direção do comércio eletrônico como conhecemos e são uma tendência na qual todo empreendedor precisa ficar de olho.

Social shopping combina duas das atividades mais proeminentes da internet: compras e conversas com pessoas de mentalidades semelhantes a sua. Os sites não vendem diretamente coisas, mas incentivam os usuários a compartilhar links para:

  • produtos da moda;
  • descobertas;
  • achados estranhos;
  • produtos de qualidade;
  • itens a se evitar.

O aumento de sua popularidade oferece aos profissionais de marketing da internet oportunidades e desafios. Essa forma de marketing de boca-a-boca oferece uma grande quantidade de oportunidades para os profissionais de marketing online.

Com orçamentos e clientes limitados para trabalhar. E também cria uma ótima chance para varejistas online se popularizarem entre grupos de pessoas sem que para isso tenham de gastar centenas de reais.

4. Quais são os tipos de e-commerce?

Quando pensamos em e-commerce, pensamos em uma transação comercial entre fornecedor e cliente. No entanto, embora essa ideia esteja correta, podemos ser mais específicos ainda. E dividir o comércio eletrônico em seis tipos principais, todos com características divergentes. Existem, portanto, seis tipos de comércio eletrônico:

  1. Business to business (Negócio para negócio) (B2B)
  2. Business to consumer (Negócio para consumidor) (B2C)
  3. Consumer to consumer (Consumidor para consumidor) (C2C)
  4. Consumer to business (Consumidor para negócio) (C2B).
  5. Business to administration (Business para administração) (B2A)
  6. Consumer to administration (Consumidor para administração) (C2A)

4.1. Negócio para negócio (B2B)

O comércio eletrônico B2B engloba todas as transações de bens ou serviços realizadas entre empresas. Se um negócio vende para outro negócio ele provavelmente se encaixa nessa categoria.

4.2. Negócio para consumidor (B2C)

O comércio eletrônico B2C distingue-se pelo estabelecimento de relações comerciais entre empresas e consumidores finais. Isso corresponde à seção de varejo do comércio eletrônico, onde o comércio tradicional normalmente opera.

Esses tipos de e-commerce se desenvolveram muito devido ao advento da internet e já existem muitas lojas e shoppings virtuais que vendem todos os tipos de bens de consumo para pessoas físicas.

Quando comparado ao varejo tradicional, o e-commerce tem certas vantagens. Porque o consumidor geralmente possui mais informações disponíveis em termos de conteúdo informativo.

Também há uma ideia generalizada de que ele estará fazendo um investimento menor, sem comprometer um serviço ao cliente personalizado a suas necessidades, nem o processamento ágil ou a entrega rápida de seu pedido.

4.3. Consumidor para consumidor (C2C)

O e-commerce C2C engloba todas as transações eletrônicas de bens ou serviços realizadas entre consumidores. Geralmente essas transações são conduzidas por meio de um terceiro. Que fornece a plataforma onde as transações são efetivamente realizadas. Pense, por exemplo, no Enjoei.

4.4. Consumidor para negócio (C2B)

No C2B há uma inversão no sentido da troca de bens. Esse tipo de comércio eletrônico é muito comum em projetos de crowdsourcing. Um grande número de indivíduos disponibilizam seus serviços ou produtos. Para compra e empresas que buscam precisamente esses tipos de serviços ou produtos.

Sites onde designers apresentam várias propostas para o logotipo de uma empresa. Em que apenas uma delas é selecionada e efetivamente é comprada, por exemplo são C2B. Mercados que vendem fotografia, imagens, mídias e elementos de design livres de royalties também.

4.5. Negócio para administração (B2A)

Essa parte do comércio eletrônico engloba as transações online realizadas entre empresas e administraões públicas. Envolve uma quantidade ampla de produtos e serviços, particularmente em áreas como segurança social, documentos legais, registros etc.

4.6. Consumidor para administração (C2A)

O modelo C2A diz respeito a todas as transações eletrônicas realizadas entre pessoas físicas e a administração pública, podendo incluir, por exemplo:

  • depósitos de declarações fiscais e pagamentos;
  • divulgação de informações educacionais e matrículas em cursos à distância;
  • consultas e pagamentos de serviços de saúde, etc.

5. Quais as principais estratégias de e-commerce?

Quer seu e-commerce esteja apenas começando ou já tenha chegado ao ponto de manter uma base de clientes bem estabelecida. É importante estar atualizado com tendências e técnicas de marketing para alavancá-lo. Essas são algumas das estratégias mais comuns para divulgar um website de comércio eletrônico:

5.1. Produzir conteúdo original

Criar conteúdo de alta qualidade e original irá ressoar com seus clientes de uma forma que os faça querer interagir com você. Comprar da sua loja e manter um relacionamento com seu empreendimento. Seja criativo e original, promovendo conteúdos que sejam declaratórios e façam a marca se tornar uma ideia na mente do cliente.

5.2. Fazer marketing em redes sociais

O marketing em redes sociais é outra ferramenta poderosa que permite que você se comunique com a sua indústria, clientes e mercado de forma pessoal. Utilize as mídias sociais para gerar engajamento e interação, aumentar o tráfego para o seu site e desenvolver uma base maior de clientes.

Diferentes plataformas criam uma presença rica para sua empresa que diversifica suas habilidades e esforços e ajudam você a entender as necessidades do seu cliente de uma forma positiva para seu e-commerce.

5.3. SEO

Outra estratégia importante para otimizar um site de e-commerce é garantir que ele seja otimizado para motores de busca. Com padrões atuais de otimização de mecanismo de pesquisa.

É hoje mais importante que nunca garantir que seu site seja constantemente atualizado com conteúdo rico e relevante, que ele promove uma boa experiência de usuário e que ele é otimizado para ser tão livre de erros quanto possível.

O uso de palavras-chave dentro de seu conteúdo marcará seu site como resultado correspondente nos motores de busca. Quando os usuários estiverem procurando algo específico e, a boa otimização da experiência do usuário assegurará um fluxo suave e uma classificação positiva nos buscadores.

5.4. Chatbots

Chatbots são uma forma de revolucionar o atendimento oferecido na sua loja sem que para isso você precise investir muitos recursos. Robôs de autoatendimento podem lidar com dúvidas dos seus consumidores.

Administrar problemas com pedidos, executar ordens de serviço e lidar com os principais aspectos do atendimento ao consumidor, atendendo grandes volumes de consultas simultâneamente.

Essa estratégia é uma das novidades que estão melhorando a satisfação do consumidor com relação aos comércios eletrônicos e que pode ajudar você a obter resultados excelentes.

e-commerce-compra6. O que é uma plataforma de e-commerce e como escolher?

Uma plataforma de e-commerce, como por exemplo a Tray E-commerce, é uma aplicação de software que permite às empresas gerenciar seus sites, vendas e operações.

As plataformas oferecem os recursos necessários para gerenciar uma empresa, além de integrar ferramentas comerciais comuns, permitindo que se centralize operações e gerencie negócios.

Existem muitas maneiras de se classificar e dividir os diferentes tipos de plataformas de e-commerce. Mas podemos começar com suas distinções fáceis: as plataformas auto-hospedadas e as plataformas SaaS (Software as a Service, ou Software como Serviço).

As plataformas de comércio eletrônico auto-hospedadas exigem que os donos de lojas online encontrem hospedagem, lidem com instalações e atualizem o software sozinhos.

A execução de um site de comércio eletrônico usando recursos autônomos. Traz benefícios como maior controle sobre sua plataforma de varejo online. Maior visibilidade de seus próprios dados e uma maior compreensão de sua segurança.

Mas, embora essa rota faça sentido para algumas empresas extremamente complexas, geralmente resulta em maiores despesas e menores receitas. Plataformas de comércio eletrônico SaaS, por sua vez, removem grande parte da complexidade da execução de um negócio online.

Porque em vez de gerenciar o software você o aluga. Ao avaliar o custo de desenvolvimento, esta costuma ser a opção mais barata. Atualizações, segurança, hospedagem e todas as outras tarefas que acompanham o gerenciamento são responsabilidade do seu provedor SaaS.

Todavia, cada empresa tem necessidades únicas. E escolher a solução certa depende da capacidade que a plataforma terá. De resolver os desafios inerentes ao dia a dia de sua organização.

7. Quais as métricas de e-commerce que devo acompanhar?

Você pode passar todos os momentos do seu dia trabalhando. E várias partes do seu negócio e ainda não conseguir os resultados desejados. É por isso que é imperativo identificar as principais métricas de sucesso. Que melhor moverão o seu negócio e concentrarão seus esforços em sua otimização. Aqui listamos as sete métricas para e-commerce mais importantes a fim de lhe ajudar.

7.1. Taxa de conversão

A taxa de conversão é a porcentagem de visitantes do seu site que faz uma compra. Ela importa porque uma boa taxa de conversão faz com que todas as suas outras métricas sejam melhores. Faça seus produtos parecerem mais atraentes e use bons textos e imagens visualmente agradáveis para aumentar suas taxas de conversão.

Torne o processo de check-out mais rápido e ofereça formas de pagamento alternativas, reduzindo a fricção sempre que possível. Essas pequenas mudanças podem fazer a grande diferença nos seus resultados no final do mês.

7.2. Valor médio do pedido (ticket médio)

O valor médio do pedido é o quanto, em média, um cliente gasta ao fazer um pedido em seu site. Esse valor importa porque, quanto mais alto maior o seu lucro por cliente. Examine o comportamento dos usuários e encontre formas de colocar produtos e ofertas mais relevantes a sua frente.

Isso incentivará o consumidor a comprar mais e elevará o seu ticket médio. Desde que os itens oferecidos sejam baseados em seu histórico de compra/navegação.

7.3. Tráfego do site

O tráfego do site é o número de visitantes totais que seu website recebe. Ele importa porque geralmente é esse número que determina quantos novos clientes você receberá e quantas vendas fará.

Invista tanto quanto puder em fontes de tráfego não pagar, como SEO para e-commerce, marketing de conteúdo, boca a boca e e-mail marketing. Assim você aumenta as chances do seu website converter.

7.4. Margem de lucro

Se a receita é a sua linha inferior. Ou a quantidade de dinheiro que a sua loja aceitou durante um tempo. A margem bruta é a diferença entre a sua receita e o custo dos bens vendidos.

Essa métrica é extremamente importante pois define o que seu e-commerce realmente ganhou. E como ele pode reinvestir seus lucros para o crescimento no novo ciclo.

7.5. Taxa de abandono do carrinho

Você conhece o valor médio da sua encomenda. Mas sabe quantas pessoas chegam ao seu site e fazem uma compra e quantas deixam o seu carrinho de lado? Calcule o seu abandono de carrinho.

O abandono é uma das taxas mais altas quando o assunto é e-commerce. E existem ferramentas que podem ajudá-lo a medi-la. Para que você possa, em seguir, agir para coibir esse mal e recuperar tais clientes.

7.6. Porcentagem de visitas móveis

Se o seu site não estiver otimizado para celulares. Ou se você não estiver rastreando o tráfego do seu site móvel, você tem problemas. O crescimento das visitas com celulares e tablets continua a explodir e compreender o volume de visitas. E vendas provenientes desse canal vai ajudar você a garantir que esteja se mantendo à frente da curva.

7.7. Custo médio de aquisição

O custo médio de aquisição é uma métrica que mede o quanto custa para adquirir um novo cliente. Afinal, é complicado pagar por tráfego e nem todo ele se converter em clientes, não é mesmo?

Portanto, se você quiser obter lucro, você deve otimizar seus canais de aquisição. Para que apenas pague por tráfego de qualidade e mantenha o custo sob controle. À vezes, menos tráfego com maior taxa de conversão pode ser mais rentável. Do que o tráfego enorme que mal converte.

Analise todos os canais de conversão que você tenha. Redes sociais, anúncios, sites, referências, para avaliar quais são realmente a diferença para o seu negócio. Gastar seu orçamento de marketing nos lugares certos. Significa que você vai pagar apenas o máximo que pode por aquisições reais.

Certifique-se, então, de saber o custo máximo e nunca excedê-lo. Caso contrário, você pode realmente estar perdendo dinheiro no esforço para trazer novos clientes.

E-commerce é definitivamente uma ótima maneira para qualquer empresa alcançar mais clientes e vender mais produtos. Mas um bom planejamento é uma obrigação. Porque há muitas decisões e custos envolvidos na criação de um site de comércio eletrônico.

Esperamos que o guia apresentado aqui tenha respondido a maior parte das suas dúvidas sobre o assunto. Se quiser saber um pouco mais sobre os resultados do e-commerce brasileiro, baixe o relatório gratuito E-commerce Radar 2017

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