Microinfluenciadores para e-commerce: você sabe usar?

A internet foi determinante para a mudança na relação entre as empresas e o público. Inbound marketing, SEO, SEM, influenciadores e microinfluenciadores passaram a fazer parte do cotidiano das empresas que atuam no meio digital. Nesse contexto as mídias sociais passaram a ter uma grande influência no comportamento do consumidor.

Microinfluenciadores

Não apenas os anúncios direcionados podem ser explorados, como também a importância de pessoas que têm muitos seguidores. É o marketing de influência, que ganhou espaço depois que as marcas buscaram formas de se comunicar e chamar a atenção do público pela internet.

Trata-se de uma publicidade mais sutil, capaz de gerar um maior interesse do público se comparada com outras abordagens. Os seguidores interagem, se interessando pelos mesmos produtos, estilos ou outras características dos influenciadores.

Para segmentar mais o público, as marcas recorreram aos microinfluenciadores. Aprenda aqui o que são, como mapear e como utilizá-los a favor da sua marca. Acompanhe!

O que são microinfluenciadores?

São pessoas com um grupo pequeno de seguidores, mas que são fiéis às suas postagens, curtem fotos, comentam e interagem de diferentes formas. Comparando com o mercado corporativo, os microinfluenciadores são como as pequenas empresas.

O eCommerce Worldwide descreve os microenfluenciadores como pessoas com até 200 mil seguidores, mas que têm um poder de engajamento maior do que uma celebridade com milhões de seguidores. Para eles, um post que promova um produto no perfil de celebridade famosa pode chegar a milhões de potenciais fãs, mas seu engajamento será menor.

Qual sua importância na estratégia?

Estudos demonstram que os influenciadores são capazes de criar um efeito de ondulação para as marcas, por conta da influência que despertam no consumidor. Segundo os dados, 92% dos consumidores confiam em suas recomendações.

Em relação aos influenciadores, os microinfluenciadores ainda levam maior vantagem, uma vez que têm a capacidade de se conectar com o consumidor. Atualmente, cerca de 2/3 das marcas usam marketing de influência e 53% alocaram um orçamento destinado apenas aos patrocínios desse tipo de metodologia.

Os microinfluenciadores estão mais próximos do consumidor, apresentam hábitos e opiniões semelhantes. O que gera uma afinidade maior do que com um influenciador com mais seguidores. Quando a empresa estabelece uma parceria com um microinfluenciador, o ganho pode ser maior e o custo menor do que com uma celebridade.

Como mapeá-los?

O ideal é o uso de uma solução como o Squid, uma plataforma de engajamento que permite encontrar microinfluenciadores com perfil adequado para a marca. A vantagem é que o gestor pode:

  • criar e acompanhar as postagens;
  • monitorar os resultados;
  • criar uma base sólida de influenciadores para lançar campanhas;
  • aproveitar o conteúdo criado para aumentar conversões, etc.

Depois de indentificar os microinfluenciadores da região é interessante avaliar se a pessoa é realmente um influenciador, como seus seguidores interagem com ele e a qual público-alvo pertence ou cativa.

É importante enfatizar que os microinfluenciadores atendem audiências diferentes, construídas por afinidade, gostos e hábitos. O que exige uma linguagem específica para cada público. Daí a necessidade de observar como o microinfluenciador lida com os seus seguidores, sua capacidade de se relacionar e transmitir suas ideias.

Como utilizá-los na estratégia?

Sim, será preciso planejar uma estratégia, pautada em pesquisas, números, interações e outros pontos. Acompanhe abaixo:

1. Estabeleça objetivos

Uma campanha é baseada em objetivos, como:

  • audiência gerada;
  • número de impressões;
  • quantidade de visualizações no perfil;
  • engajamento (compartilhamentos);
  • cliques direcionados à página;
  • aumento de seguidores;
  • conversões.

2. Escolha os canais mais interessantes

Cada mídia social permite se comunicar de uma forma diferente com o usuário, por isso é importante se atentar ao tipo de engajamento que a marca quer gerar. Por exemplo, no Facebook o público busca interagir com as postagens, curtir fotos, opinar, enquanto no Youtube quer algo para entreter ou informar.

A escolha de cada canal vai depender do tipo de postagem, o público que será impactado e o tipo de conversão que marca deseja para aquele canal.

3. Alinhe os interesses da marca com o perfil do microinfluenciador

O microinfluenciador deve se identificar com a marca de maneira orgânica, dessa forma será mais sensível às novidades do mercado e vai falar com mais paixão sobre a marca.

O ideal é que ele apresente conhecimento em relação ao seu segmento, ter habilidade para se comunicar e ter resultados positivos em outras experiências semelhantes.

4. Planeje seu calendário de publicações

O público precisa acompanhar suas ações e publicações assim como uma história que tenha começo, meio e fim. Isso quer dizer que os conteúdos precisam se complementar em uma narrativa que transforme o microinfluenciador em um personagem que guia sua audiência ao longo do funil de vendas.

5. Revise o conteúdo antes de publicá-lo

É claro que o microinfluenciador precisa de autonomia sobre o conteúdo, contudo toda publicação envolvendo a marca deve ser aprovada previamente, após ser verificada a adequação com a estratégia e normas da empresa. Por isso a checagem e revisão antes de qualquer publicação ser efetivada é indispensável para reduzir quaisquer erros.

6. Otimize seu conteúdo

Otimizar o conteúdo significa direcioná-lo para garantir seu maior alcance. Para isso é necessário utilizar hashtags engajadoras, encurtadores de URLs, linguagem adequada ao público e publicações para que o maior número de consumidores qualificados fique exposto à sua produção.

7. Meça seus resultados

A prova final de que a estratégia está funcionando está nos resultados. Inicialmente é possível analisar pontos qualitativos que podem ser usados para aprimorar ações futuras.

Entre as métricas (mensuráveis ou não) a serem avaliadas estão:

  • o progresso aparente;
  • o que os gestores aprenderam sobre a estratégia;
  • as postagens que tiveram maior audiência;
  • as postagens que tiveram retorno abaixo do esperado;
  • as postagens que geraram conversões.

Os microinfluenciadores trazem mensagens importantes, defendem uma causa e têm paixões que desejam colocar em prática. As marcas podem se utilizar dessas características e mostrar soluções relacionadas a elas, além de estar dispostas a se posicionar a favor da mensagem que divulgam. Com uma estratégia sólida é possível retirar bons frutos dessa metodologia.

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Equipe Atlas

Democratizando a Business Intelligence com Atlas.

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