E-commerce radar 2017: vendas por região

vendas por região tem representações muito particulares, muito atreladas ao poder aquisitivo de seus consumidores. A cidade de São Paulo representou cerca de 41,6% dos pedidos, liderando o ranking.

Entender de maneira detalhada como cada processo de compra funciona, é fundamental para alcançar os objetivos. O e-commerce brasileiro está em crescente no país, e saber como cada região trabalha a sua forma de venda faz a diferença no resultado final.

Outro fator que deve-se levar em conta é que o número final das vendas varia também de acordo com o gênero do comprador. Em determinadas sazonalidades, a participação dos homens ou das mulheres destaca-se no e-commerce.

As vendas por região também são influenciadas pelo poder aquisitivo do próprio estado. Saber analisar isso é entender que a performance de conversão em vendas para as lojas varia. Um exemplo disso são os estados de Rio de Janeiro e Santa Catarina que possuem as maiores taxas de conversão, ambas com 1,8% no 1º semestre de 2017.

Enriquecendo os números de aquisições do e-commerce brasileiro as vendas online ainda tem a concentração de um público mais jovem. Que estão situados na região Sul e Sudeste.  Alavancando ainda mais esse patamar. E pode-se dizer que esses números impactam positivamente as vendas dos varejistas. Que investiram nessa região e fizeram a aquisição dos seus clientes.

A captação de vendas por cidade também foi produtiva no primeiro semestre de 2017. São Paulo e Rio de Janeiro representaram mais de 35,5% dos pedidos nacionais. Notando-se que expandir as vendas de e-commerce além do eixo São Paulo e Rio de Janeiro é um dos maiores desafios desse mercado atualmente.

Veja a seguir o estudo detalhado dessas categorias de vendas por região e entenda melhor os números:

Perfil dos compradores de E-commerce no primeiro semestre de 2017

Na média do ano, São Paulo representou 41,6% dos pedidos, liderando o ranking. Não houve grandes variações da representação dos estados durante os 6 primeiros meses de 2017. Os resultados foram bem lineares.

A participação dos gêneros no e-commerce, que em 2016 teve liderança feminina, demonstrou maior equilíbrio em 2017. Entretanto, a participação das mulheres continua levemente maior que a dos homens, com 50,1%. A faixa etária com maior representação das transações online continua a de 25 a 34 anos, com 38% do total.

O comércio online continua ainda muito concentrado no público mais jovem, situado nas regiões Sul e Sudeste, espelhando a penetração de internet e tecnologia, como um todo, que é muito mais forte nesses segmentos.

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Vendas por região – Taxa de conversão por Estado

É evidente que o poder aquisitivo do estado influencia diretamente a performance de conversão das lojas e vendas por região. Rio de Janeiro e Santa Catarina são os estados com a maior taxa de conversão, ambas com 1,8% no 1º semestre de 2017.

Apesar de São Paulo liderar em volume de pedidos e de acessos às lojas virtuais, está em 6º na análise de taxa de conversão com a média de 1,3% no semestre. Sul é a região com a melhor taxa de conversão média, de 1,5%, seguido do Sudeste com 1,3%, Centro-oeste com 1,2%, Norte com 1,0%. Nordeste tem a menor taxa de conversão, com 0,8%.

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A taxa de conversão média superior da região Sul impacta positivamente nas vendas dos varejistas. Que investem nessa região, com captação de clientes por meio de estratégias de marketing geolocalizadas. A alta taxa de conversão do Rio de Janeiro impressiona, demonstrando um comportamento notoriamente mais multicanal, com o processo de pesquisa acontecendo de forma sinérgica entre o online e o offline e com forte interação final no funil de vendas acontecendo no ambiente online.
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Top pedidos por cidades

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As cidades de São Paulo e Rio de Janeiro representam mais de 35,5% dos pedidos nacionais. O comportamento de navegação mais objetivo dos consumidores da cidade do Rio de Janeiro é evidente ao analisar a parcela de pedidos de 13,5% e de visitas de 7,69%, impactando na taxa de conversão.

Expandir as vendas do e-commerce além do eixo São Paulo e Rio de Janeiro é um dos maiores desafios desse mercado atualmente. Custos de frete e tempo de transporte são grandes empecilhos para a conversão de algumas regiões. Para incentivar novos mercados é necessário, além de sempre buscar fornecedores mais eficientes, direcionar campanhas a determinadas regiões para aumentar o “brand awareness” e reduzir o impacto dos desafios logísticos, viabilizando uma melhor distribuição das vendas entre as regiões.

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